No sistema de saúde perfeito descrito pelo desgoverno Lula, u’a mulher ficou mais de uma hora deitada no chão de concreto, completamente nua, na porta de um hospital público de Belém, no Pará, aguardando atendimento. A mulher foi esfaqueada numa cidade localizada a sessenta quilômetros da capital paraense, e quando a ambulância que a levou a Belém chegou ao hospital, ninguém quis ajudar. Só depois de muito tempo, surgiu uma enfermeira com um pedaço de pano e uma cadeira de rodas para conduzir a mulher para dentro do hospital. Segundo se informa, ela precisou ser operada.
Criança de 3 anos morre antes de conseguir vaga em UTI
A falta de espaço e de funcionários está prejudicando o atendimento no Hospital Universitário (HU) de Maringá, no Noroeste do estado. Neste fim de semana, uma criança de 3 anos morreu ao não conseguir uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do hospital.
Segundo informações do telejornal ParanáTV, a criança foi transferida no sábado (8) à noite de Mandaguari (Noroeste) para o HU de Maringá, com sintomas de meningite. Ela chegou a ser atendida, mas morreu antes de conseguir uma vaga na UTI pediátrica.
Durante o fim de semana, 408 pessoas foram atendidas no HU. Somente no pronto-socorro passam diariamente 150 pessoas, de 29 municípios da região de Maringá. Sem espaço para todos, muitos ficam em cadeiras e macas pelos corredores. Alguns pacientes chegam a ficar dias a espera de um leito ou de uma vaga na UTI.
Além da falta de espaço, há déficit de funcionários. De acordo com o superintendente do HU, José Carlos Amador, precisam ser contratados 67 funcionários para o hospital. A pior situação é na UTI pediátrica. Ali deveriam trabalhar 13 médicos, mas existem somente sete, e dois deles já pediram demissão.
“Se essa situação continuar nós seremos obrigados a fechar a UTI pediátrica, remanejar esses funcionários e médicos para outros setores”, afirmou o superintendente do hospital.
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