Alarmismo? Talvez. Mas preste atenção: o barril de petróleo a inacreditáveis 108 dólares abre duas possibilidades: 1. O fim da dinastia da família Bush - gananciosa e ligada ao setor petrolífero - está sendo espremido até a última gota para benefício não apenas da família, mas dos amigos e dos agregados (binLaden inclusive); 2. A combinação de uma recessão de começo obscuro nos EUA com a explosão dos preços do petróleo e o conseqüente desarranjo da economia norte-americana numa escala jamais vista vai desembocar num clima de desconfiança entre os mercados, entre governos, entre povos. Isso pode muito bem fazer com que a atual bolha de crescimento econômico mundial e relativa paz estoure com força, de acordo com a teoria do “se a farinha é pouca, meu pirão primeiro”, provocando por conseguinte a explosão de bombas poderosas em diversos continentes. Alarmismo? Pode ser, pode não ser…
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