Um promotor de São Paulo recebeu provas de que atestados de bons antecedentes estão sendo fornecidos em branco a qualquer um e prometeu investigar. No entanto, já se sabe que o trabalho não deve chegar a lugar nenhum. O promotor, com curso superior, ficou indignado diante das câmeras de tevê pelo fato de o documento estar em branco e já possuir uma (sic) “rúbrica” e uma (sic) “autenticidade”, quando deveria falar “rubrica” e “autenticação”.
Ele estudou na Unip!
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