A experiência da supressão da CPMF é emblemática e deveria ser seguida. Depois de toda a gritaria, todos viram que o país sobreviveria muito melhor sem o imposto do cheque. O que é necessário - há muitos e muitos governos, diga-se de passagem - é alguém ter a coragem política de simplesmente cortar os sufocantes impostos aplicados sobre os empresários, eternos chorões, eternos insatisfeitos. Isso daria a eles as condições de competir no mercado interno e externo sem a necessidade de se mexer no câmbio. Quanto mais dinheiro sobrar na mão do consumidor, maior será a atividade econômica, com o conseqüente estímulo à geração de impostos. Essa regra funciona no mundo inteiro - menos no Brasil, onde a ganância e a incompetência lusitanas não têm limites.
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