Segundo a edição de hoje do jornal O Globo, trata-se de de um funcionário (ainda não identificado) encarregado de realizar a Vigilância Sanitária Municipal no Rio de Janeiro.
A jornalista Anna Ramalho escreveu na sua coluna no Jornal do Brasil : “A ministra Dilma Rousseff, em foto publicada anteontem no Globo, deve ter se esquecido de esconder a bolsa…” Pois bem: Trata-se de uma Kelly, da famosa griffe francesa Hermès, criada em homenagem à princesa Grace, objeto de consumo das milionárias mundo afora. Custa “apenas” €4.700,00, ou R$14.000,00… — yes, dear: catorze mil reais! O Blog do Lessa conclui, portanto que quem ainda teme a terrorista dos anos 70 — hoje, falsificadora de diplomas universitários e “ídola” das petistas de boutique do Fazendão afora — não pode ficar tranquilo: como se vê, ela já está totalmente cooptada pelo sistema, tal como seu patrão Lulla… Mas não custa nada lembrar o que todo mundo sabe: o pior feitor é o ex-escravo…
O atual chefe do (des)governo afirma que é preciso parar com os ataques ao Senado, porque senão a instituição morre. Disse Lulla que “Na volta do recesso, os senadores vão se reunir e dizer o que querem para o Senado. O que não é possível é permitir que a instituição sofra esse desgaste, porque isso mata as pessoas e a instituição.”
O Blog do Lessa ousa discordar. Esse “desgaste” não mata ninguém nem acaba com a instituição. Pelo contrário: Os “ataques” não passam de denúncias sérias e graves a respeito do funcionamento de um órgão público, sustentado com o dinheiro do contribuinte. Os “ataques” são, na realidade, uma forma de se promover a limpeza do Senado, numa tentativa de exorcizá-lo de todas as criaturas malévolas que lá habitam há tantos anos, e que tanto mal causaram e têm causado ao País. O “desgaste”, portanto, seria o resultante positivo da limpeza da instituição e a “matança” (política) dos parasitas que se aboletaram lá por tanto tempo.
O Blog do Lessa conclui, portanto, que a “defesa” de Lulla revela o quão conivente ele é com o atual status quo. Seu desinteresse em mudar para melhor reflete o que de pior ele, na condição de chefe do (des)governo, vem — mais uma vez — demonstrar para a Nação.
O Blog do Lessa não podia deixar de disseminar essa singela oração entre seus leitores.
A internet registra o acontecimento relatado abaixo. Como o relato veio pela internet, não se sabe o grau de exatidão desse registro, e o Blog do Lessa, desde já, exime-se de qualquer responsabilidade…
Um homem passa pela porta do plenário do Senado e escuta uma gritaria que vinha lá de dentro:
“Filho da p***, Ladrão, Salafrário, Corrupto, Falsário, Oportunista, Chantagista, Assassino, Traficante, Mentiroso, Vagabundo, Sem Vergonha, Trambiqueiro, Preguiçoso de m****a, Vendido, Assaltante…”
Assustado, o homem pergunta ao segurança que estava parado na porta so Salão Azul:
“O que está acontecendo ai dentro? Estão brigando?”
“Não”, responde o segurança, “eles estão fazendo a chamada.”
“No fim de semana do GP da Hungria, Rubens Barrichello pregou uma peça em Felipe Massa.”
Mais um “rolo” do senador José Sarney — aquele mesmo que esperava que o recesso do Senado jogasse para debaixo do tapete todas as falcatruas que ele praticou ao longo dos anos, mas que, ainda assim continuam sendo reveladas, diariamente, para desespero seu e de Lulla — aparece na imprensa: uma boa reportagem publicada na Folha de São Paulo, assinada pelos repórteres Alan Gripp e Fernanda Odilla, é intitulada “Sarney vendeu terras sem pagar imposto”. A matéria mostra, detalhadamente, como Sarney praticou o crise de elisão fiscal: “Sem transferir para seu nome a propriedade de pelo menos oito áreas, Sarney deixou de pagar ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis). O ex-chefe da Receita Everardo Maciel está entre os que classificam a estratégia, chamada de elisão fiscal, como artimanha do “contribuinte esperto”, diz um trecho publicado pela Folha de São Paulo.
Na tentativa de ouvir o outro lado — José Sarney, em carne e osso — a Folha acabou descobrindo que a metodologia criminosa de Sarney não muda, nem mesmo em face dos avanços tecnológicos que permitem a revelação de todas essas picaretagens e a consequente demolição do que restava de sua imagem pública. Informa o jornal que a assessoria do senador, acuado por mais esta denúncia, teria declarado: “José Sarney não quis comentar venda da Fazenda São José do Pericumã por considerar que se trata de assunto da privacidade dele.”
O jornal espanhol “As”, sempre pronto a inventar o impossível, agora está noticiando que o cockpit vago por Felipe Massa — que se recupera bem mas tem uma lesão ocular ainda não determinada — poderia ser ocupado por ninguém menos que… Fernando Alonso! Ao lado da hipocrisia da FIA, que “suspendeu” a Renault por causa do pneu solto no GP da Hungria, nada mais surpreende o Blog do Lessa.
“O que os políticos não fazem com as suas esposas acabam fazendo com o seu país.”
Ao perceber a aproximação da polícia, o aprendiz de Hugo Chavez que tenta sua re-entrada em Honduras precisou apelar para seu disfarce para não acabar preso. Manuel Zelaya, acima, é flagrado quando se tentava passar por Juan Valdez, o eterno garoto-propaganda do café colombiano.
Upon noticing the police closing in, the Chavez apprentice who has been trying to re-enter Honduras in order to screw up democracy in the country once and for all had to abruptly change his speech. Manuel Zelaya’s picture, above, was taken at the moment he was trying to disguise himself as Juan Valdez, the Colombian coffee icon, to elude authorities. Hondurans present at the rally were not impressed and called him a “coward”.
A vitória de Lewis Hamilton no GP da Hungria marca o retorno da F1 à ordem natural das coisas — aliás, como o Blog do Lessa previu no começo da temporada. A mancada das grandes equipes custou caro, mas a reversão era esperada para esta época. Ela só não ocorreu na corrida passada (o GP da Alemanha) porque Lewis Hamilton, que já possuía um pacote aerodinâmico mais adequado, enfrentou diversos incidentes já no início da prova. Um deles, terminal, foi o pneu furado que lhe jogou na última posição e liquidou com qualquer chance de pódio. É de se destacar também a boa presença da Ferrari, com Kimi “51″ Raikkonen, que terminou em segundo provisoriamente - já que sua atuação está sob investigação dos comissários. Rubinho Barrichinho Pé-de-Chinello e Nelsinho Piquezinho — donos, cada um, de um “livro de desculpas e explicações” maior que a Enciclopédia Britânica, não mostraram serviço, como era de se esperar.
Não sem alguns efeitos colaterais, como demonstra a foto acima, obtida com exclusividade paraguaia pelo Blog do Lessa.
O Blog do Lessa pergunta… o que esse Pé-de-Chinello ainda faz nas pistas? Além de reclamar de tudo e de todos, não conseguir superar seu companheiro de equipe com rigorosamente o mesmo equipamento, ele ainda fica soltando pedaços pelas pistas (ainda que involuntariamente) para acabar nocauteando justamente o único piloto brasileiro que tem alguma chance de alguma coisa, hoje em dia?
Uma nova palavra foi acrescentada aos dicionários de Português; não chega a ser sinônimo de malufar, uma vez que engloba um conceito bem mais abrangente. O Blog do Lessa, sempre na vanguarda dos aperfeiçoamentos linguísticos do Fazendão, não mede esforços para trazer as novidades até você. Aprenda, conheça, tenha mais poder! O conhecimento é a mais valiosa das moedas!
Lular. [Do analfabeto Lula]: Verbo totalmente irregular de estranha conjugação com inúmeras acepções, como se constata a seguir. 1. Ocultar ou encobrir com astúcia e safadeza; disfarçar com a maior cara de pau e cinismo. 2. Não dar a perceber, apesar de ululantes e genuínas evidências; calar. 3. Fingir, simular inocência angelical. 4. Usar de dissimulação; proceder com fingimento, hipocrisia. 5. Ocultar-se, esconder-se, fugir da responsa- bilidade. 6. Tirar da reta, atingindo sempre o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (no estilo “antes ele do que eu”). 7. Encobrir, disfarçar, negar sem olhar para as câmeras e nos olhos das pessoas. 8. Fraudar, iludir 9. Afirmar coisa que sabe ser contrário à verdade, acreditar que os fins justificam os meios. 10. Voar com dinheiro alheio.
Um professor de filosofia, velho amigo de um amigo-colaborador do Blog do Lessa, fez um comentário bastante pertinente e oportuno a respeito das desventuras de José Sarney, que está para ser indiciado por “formação de família”, além de outros crimes mais sérios: “O Sarney está sendo muito injustiçado pela mídia, já que ele se limita a fazer na vida pública (rês pública) o que faz na privada.” O Blog do Lessa não teria como discordar dessa avaliação.
Estão dizendo que o Lula escolheu o desembargador paulista Henrique Ricardo Lewandowski para ministro do Supremo Tribunal Federal porque gostou do nome dele. Ele leu:
Henrique Ricardo Levando Whisky.
Como se pode ver na foto acima, o aprendiz de Chavez de Honduras, conhecido como Manuel Zalaya, tentou penetrar em território hondurenho disfarçado de Juan Valdez, o célebre garoto-propaganda do café colombiano. A trama foi descoberta pelo Blog do Lessa e rapidamente comunicada às autoridades de Honduras, que fizeram o falso Juan Valdez bater em retirada.
Todo mundo sabe que o voto de burrice feito pela petelhada se manifesta, em boa medida, pelo uso do idioma corrente no Fazendão — totalmente desapegado de qualquer norma gramatical, por mais corriqueira ou básica que seja. Agora, na manchete acima, um luminar se sai com “indícios concretos”. Indício é indício, não é concreto nem abstrato, nem fluido, nem líquido, nem gasoso. “Indício concreto” não existe. O que existe é “prova”, que nesse caso não poderia ser mais concreta do que a gravação dos telefonemas que liquidam com qualquer discussão. Como se sabe (e o Blog do Lessa bem sabe), contra fatos (e provas) não há argumentos.
As Casas Bahia resolveram abandonar de vez a língua portuguesa, adotando o “idioma” de Lulla. Na incansável busca de agradar os 84% de analfabetos funcionais que pululam pelo fazendão, os anúncios das Casas Bahia agora se referem ao estabelecimento num curioso singular-plural: “A Casas Bahia liquida” (sic) isso e aquilo, etc. O apedeuta-mor deve estar se sentindo recompensado em seus esforços de mediocrizar, cada vez mais, o seu habitat. O Blog do Lessa, ao contrário, só tem a lamentar mais essa agressão aos ouvidos dos telespectadores do país inteiro.
Se dependesse da insistente chamada para o filme Apollo 13, com Tom Hanks, na Rede Record, a missão teria ido para o buraco, sem escalas. A certa altura, o personagem vivido por Ed Harris exclama que “Falha não é uma opção!”, numa tradução vagabundérrima de uma célebre frase do inglês contemporâneo: “Failure is not an option!”. Acontece que a palavra “failure”, nesse caso, tem que ser traduzida como “fracasso”, e não “falha” - o que arruína todo o clima do filme. O Blog do Lessa, cujo webmaster já ganhou a vida durante décadas como tradutor profissional, lamenta que a platéia brasileira seja exposta a esse tipo de mancada. Nos casos de tradução de filmes, o Blog do Lessa acredita que o “fracasso não é uma opção.”