Por um problema técnico surgido no poste que fica na frente de casa, ficamos sem internet por mais de vinte e quatro horas. A suposição inicial era de que o modem poderia ter queimado, por algum estranho motivo. Quando chamamos a assistência técnica da Net, a atendente foi rápida em oferecer o conserto na mesma noite. Lo and behold, por volta de dez da noite o técnico apareceu, consertou o defeito - o modem não havia queimado - e ajeitou a velocidade da transmissão do Virtua, que passou a ser excelente. Em resumo, foi um atendimento rápido, bem executado e sem qualquer problema.
Em mais um episódio lamentável da vida brasileira, Gilmar Dantas Mendes, no comando do STF, deixou escapulir a turma que detonou o caseiro Francenildo. Curiosidades de quanto foi a mala à parte, uma das palavras mais usadas na contestação oferecida pela defesa foi “materialidade”. Eles devem ter razão, pois a coisa deve ter acontecido assim: Matoso, o baba-ovo, respondeu ao “call of duty” e, mesmo que ninguém pedisse, estuprou o sigilo bancário de Francenildo. Essa “materialidade” está comprovada, e ele vai pagar por isso, de uma forma ou de outra. Na sequência, entretanto, aconteceu o seguinte: um desencarnado que circulava perto de Matoso viu o extrato e acabou baixando num terreiro lá na Ceilândia. Ali, ele passou as informações para uma prima da empregada de Marcelo Netto, que por sua vez vazou o material para a imprensa e entregou o butim na mão de Palocci. Como no Brasil não há a configuração do crime de “conspiracy”, faltou “materialidade”.