Nunca antes na história da França caíra um Rafalle. Ontem, caíram dois. Não apenas um, mas dois, de uma só vez.
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, descansa como um guerreiro dentro da embaixada brasileira depois da lambança diplomática promovida pelo Itamaraty.
O Blog do Lessa fica imaginando qual será o tamanho da enchilada se o sósia de Juan Valdez, da foto aí em cima, for atingido por um disparo de franco-atirador enquanto estiver fazendo seu trê-lê-lê na sacada da representação brasileira em Tegucigalpa. Zelaya morto dentro do “território brasileiro”, numa ação realizada sem a invasão do sacrossanto espaço diplomático. Já pensou?
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É preciso dar um basta, ainda que tardio, ao aparelhamento dos três poderes pelo PT. O presimente Lula acaba de declarar que precisa de Toffoli no STF para defender o governo.
O povo precisa que o STF o defenda e aplique a lei, sem partidarismos. A última coisa que o povo precisa é de um juiz do PT, que defenda todos os réus do partido.
Para ser ministro do STF, é necessário atender a três requisitos:
1 - Idade
2 - Notório saber jurídico
3 - Reputação ilibada
Dos três, Toffoli só atende ao primeiro. Nunca produziu nada que possa ser classificado como “notório saber jurídico”, e a empresa de advocacia da qual faz parte acaba de ser condenada por “conluio” com o então governador do Amapá, para ter ganhos ilícitos.
Pelo bem do país, preencha a petição indicada aqui. Esta pode ser a última chance de evitar que nosso país se transforme em propriedade privada de um partido que só demonstrou defender a corrupção, ditadores, terrorismo e os terroristas. Sem esquecer os “cumpanhêros”, sempre acima da lei…
DIFUNDA A TODOS OS SEUS AMIGOS E CONHECIDOS.
Para o Blog do Lessa, depois de crescer o bigode, o próximo passo para o homem com reputação ilibada no valor de 700 mil reais será aposentar essa armação de óculos, decididamente boiola — ainda mais quando ele fecha a cara. A não ser que seja uma estratégia do governo Lulla colocar a primeira mulher no STF, o primeiro negro, o primeiro v… êpa! Aí, não! Já tem pelo menos um lá que atende ao quesito “pluralidade social”.
Aproveitando o gancho, perguntar não ofende… Será que Toffoli ficará de cara feia e condenará toda a gangue do mensalão, para quem ele costumava servir pizza em priscas eras, quando era aprendiz de feiticeiro? Ou ele invocará conflito ético e sairá de cena? Ou ele se contorcerá como um verme — uma técnica ensinada nas boas faculdades de Direito — para produzir uma decisão favorável aos mensaleiros, toda baseada numa jurisprudência, digamos… “pioneira”?
Patrick Swayze - enfim, do outro lado da vida! RIP, man!
O Blog do Lessa foi informado com exclusividade paraguaia de que o pânico tomou conta da residência da atriz Demi Moore, em Hollywood. Segundo as fontes, Demi Moore agora só dorme com as luzes de sua casa completamente acesas.
O Blog do Lessa fica sabendo, estarrecido, que um certo José Sarney, useiro e vezeiro na arte da maracutaia silenciosa, dos atos secretos na calada da noite, andou fazendo discurso sobre democracia. Entre outras calamidades, o tal de José Sarney teria dito que a mídia virou inimiga dos políticos — segundo ele, os legítimos representantes do povo. E sabe por quê, dileto(a) leitor(a)? Porque segundo o tal de José Sarney, porque os políticos fazem tudo às claras, de forma transparente. Dá pra acreditar? Em que planeta esse maluco vive? Ele sofre do Mal de Alzheimer em seus estágios mais avançados?
Na foto acima, o flagrante de Mafalda - o eterno símbolo argentino - fazendo muxoxo para o desempenho da seleção de futebol de seu país.
A localidade acima, na Alemanha, foi designada cidade-irmã de Brasília. Tudo a ver!
O Blog do Lessa apresenta a foto acima com exclusividade paraguaia a seus leitores. Ela é a prova definitiva de que Nelsinho Piquet fez tudo o que fez por encomenda de Flavio Briatore & Pat Symonds. Como diz o gringo, “the writing is on the wall.”
Da coluna do Claudio Humberto
Agora… responda: você ainda espera algum tipo de reforma significativa no âmbito político-eleitoral?
O Blog do Lessa já havia feito algumas brincadeiras com Nelsinho Piquet. Sexto sentido? Talvez. Personagem da hora de então? Certamente. Suas mancadas monumentais na pista e os momentos de iminente demissão não podiam passar em branco. O Blog do Lessa confessa que, no entanto, não poderia imaginar um desfecho mais calhorda, mais sórdido, mais imbecil para essa estória mafiosa relacionada com o GP de Cingapura de 2008.
O Blog do Lessa sempre intuiu — daí as esporádicas gozações neste site — que Nelsinho Piquet, ao contrário do pai tricampeão, nunca teve muito a ver com o cockpit de um carro tipo fórmula. Claro, sempre foi muito difícil vender essa idéia. Afinal de contas, o rapaz é filho de um tricampeão mundial que demonstrou brilho, bravura, destreza e sagacidade para conquistar os títulos que lhe são de direito, e não hesitou em oferecer tudo mastigado ao filho, na tentativa de ver a perpetuação do sobrenome famoso para os entusiastas do esporte a motor.
Infelizmente, Nelsinho Piquet sempre teve a pose, não muito mais do que isso. O Blog do Lessa lembrou a seus leitores, certa vez, que sobrenome não pilota carro de corrida. Nelsinho Piquet revelou-se a expressão mais bem acabada desta verdade. Ao contrário do pai, que sempre entrou no carro com uma faca nos dentes, pronto para o que desse e viesse. O filho, por seu turno, apostou sempre no jeito blasé de ser, como se ele não precisasse de fazer nada (nem pilotar). Ele estaria ali, onde se encontrava, para cumprir um destino imutável. Enquanto Nelsinho fazia pose, Papai Piquet estava nos bastidores, quebrando todas as pontas de todas as lanças, resolvendo todos os problemas, aplainando todos os caminhos, superando todos os problemas das sessões de classificação, dando um jeito de explicar todos os pífios desempenhos de corrida, procurando garantir uma renovação sempre improvável.
Com Nelsinho Piquet, o Blog do Lessa sente vergonha do Brasil, mais uma vez. Da mesma forma que sentiu quando José Sarney pagou um intolerável mico tentando falar em inglês com Ronald Reagan numa cerimônia pública. O então presidente tremia como vara verde, tal qual um aluno recitando a lição diante do professor, que lançava sobre ele um olhar que variava do entediado ao condescedente (no sentido pejorativo do termo). O Blog do Lessa sente vergonha do Brasil da mesma forma que sentiu vergonha quando José Sarney e sua gangue, no auge da infame Lei da Informática, foram apanhados contrabandeando laptops Toshiba refugiados no manto da impunidade que até hoje parece acometer o senador-presidente do Senado.
É muito triste a saga do piloto que emporcalhou o nome do pai duas vezes: uma, quando aceitou fazer esse tipo de tarefa criminosa e anti-esportiva, ainda mais sob a cretina alegação de que estava “fragilizado emocionalmente” dentro da equipe, que estava cumprindo ordens; duas, quando não preservou nem o código de honra que existe até mesmo entre os criminosos: quando se comete algum crime, seja ele bem ou mal sucedido, ninguém abre a boca. Convive com o sucesso ou com o fracasso da missão até a morte. Nelsinho Piquet foi conivente com a armação de Flavio Briatore e Pat Symonds até o momento em que a maré se virou contra ele. Só então ele achou conveniente denunciar a trama, da qual ele tem idêntica dose de culpabilidade - enquanto revelou-se um rapaz sem caráter, sem princípios, sem ética, sem profissionalismo.
Ao mesmo tempo em que Nelsinho Piquet se transforma na maior vergonha do esporte nacional, o Blog do Lessa observa, incrédulo, Rubens Barrichello vir a público dar lições de moral. Ainda que concorde com o teor das críticas lançadas por Pé-de-Chinello, o Blog do Lessa acredita que o piloto da Brawn deveria ficar caladinho, não deveria tentar ser o segundo nem o último a jogar pedra no telhado do, ao que tudo indica, cavalo-morto Nelsinho Piquet. Afinal de contas, seu telhado é de vidro bem fino e transparente. Pelo telhado de Rubinho Barrichinho dá para ver, inclusive, o momento em que ele permitiu que Michael “Dick Vigarista” Schumacher o ultrapassasse nos últimos metros da última volta de uma corrida, tendo cedido a uma ignominiosa e absolutamente desnecessária manobra da equipe Ferrari.
Voltando a Nelsinho Piquet, o Blog do Lessa não possui bola de cristal, mas só vê uma única opção para ele se manter na Fórmula 1: se Papai Piquet comprar uma equipe, hipótese já ventilada recentemente. Ainda assim, é de se imaginar que tipo de ar ele irá respirar ao caminhar nos paddocks do circo. E a pergunta que não quer calar, obviamente, é… será que, depois de todo o esforço, choro e ranger de dentes para andar num carro de terceira da F1, Nelsinho Piquet não deu no couro, valerá a pena todo o investimento e a dor de cabeça de Papai Piquet com uma equipe própria só para o filhinho pé-de-breque?
(Onde você se encaixa?)