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Força, Japão!
Mar 14th, 2011 by claudio lessa

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PinTou Sujeira, Você Já Sabe…
Mar 10th, 2011 by claudio lessa

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Atualização às 21h00: o TCU publicou uma nota oficial desmentindo o fato, afirmando que o processo encontra-se em fase de tramitação técnica e que não se chegou, ainda, a nenhuma conclusão. O Blog do Lessa não discute, mas não se esquece de que, quando há fumaça, há fogo…

 

 

Dia de Fúria - Transferência de Tecnologia
Feb 23rd, 2011 by claudio lessa

Se você acha que o povo está de saco cheio e começa a reagir apenas onde se fala o árabe… pense duas vezes. Hoje, 23 de fevereiro, marca o início de uma reação que tem tudo para se tornar um movimento em cadeia que poderá levar, no mínimo, a uma profunda reforma do corrupto e ineficiente sistema de atendimento médico-hospitalar do fazendão.

Um paciente arremessou um CPU de computador no rosto de uma médica no Rio Grande do Sul (para mais mais detalhes, clique aqui) e uma mulher perdeu a paciência depois de esperar por atendimento durante três horas. Quebrou computadores e um guichê do INSS (foto abaixo) em Palhoça, na Grande Florianópolis.

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Apesar da timidez dos dois eventos, o Blog do Lessa espera que isso signifique que, finalmente, o Brasil esteja — lenta, gradual e seguramente — acordando e se levantando de seu berço esplêndido.

O Primeiro Cheque Nunca se Esquece…
Feb 23rd, 2011 by claudio lessa

 

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O referido é verdade e o Blog do Lessa dá fé. ;-)

Separados No Nascimento…
Feb 22nd, 2011 by claudio lessa

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Jader Barbalho e seu irmão Zine El Abidine Ben Ali, sempre unidos em torno do mesmo ideal.

Lulla com seu “Amigo, Irmão e Líder”
Feb 22nd, 2011 by claudio lessa

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Uma Verdade “Femomenal”
Feb 15th, 2011 by claudio lessa

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Exclusivo! Mubarak Vem Para o Brasil!
Feb 11th, 2011 by claudio lessa

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O Blog do Lessa, sempre à frente dos acontecimentos, revela em primeira mão o destino do ex-presidente egípcio (agora, tardiamente, rotulado de ditador) Hosni Mubarak.

An Abbreviated History of Italy
Feb 9th, 2011 by claudio lessa

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A Dama do Apagão (or… The Blackout Diva)
Feb 8th, 2011 by claudio lessa

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Com Tudo Para Dar Certo
Feb 6th, 2011 by claudio lessa

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Na Terra do “É assim mesmo”…
Jan 25th, 2011 by claudio lessa

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Depois do iPod, do iPhone, do iPad…
Jan 10th, 2011 by claudio lessa

A Apple lança um produto revolucionário, destinado ao público brasileiro:

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E o KibeLoco Não Deixa Por Menos!
Jan 2nd, 2011 by claudio lessa

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Ah!… O Blog do Lessa já ia se esquecendo: Feliz 2011 a todos os seus leitores!

Seria Engraçado Se Não Fosse Verdade…
Dec 16th, 2010 by claudio lessa

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Presidente-Eleita na Formação do Ministério
Dec 3rd, 2010 by claudio lessa

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A presidente-eleita (cujo nome não se escreve ou pronuncia, pois dá azar) é flagrada acima durante debates sobre a formação do ministério 2011.

Tiririca Exclama Exultante, Depois do Exame:
Dec 3rd, 2010 by claudio lessa

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Separated By More Than a Cell
Nov 20th, 2010 by claudio lessa

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Both are truly evil. However, one is fiction and the other one is fact.

Porquinhos Contaminados
Nov 20th, 2010 by claudio lessa

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Uma Fábula Moderna
Nov 20th, 2010 by claudio lessa

O crocodilo e seus porquinhos

Escrevo, neste exato momento, tentando enxugar minhas lágrimas para melhor enxergar o teclado. Sim. Uma torrente de lágrimas. Fazia tempo que eu não chorava tanto, confesso. E agradeço a Dilma Rousseff, a presidente eleita por pouco mais de a metade dos brasileiros, por este momento ímpar de minha vida: vê-la se “comover”, como aconteceu, na reunião do mais honesto partido nunca antes visto neste país, o PT, é algo capaz de gerar epifania até no mais empedernido coração. Obrigada, Dilma, por me fazer chorar de rir com suas lágrimas.

Como então que a durona, a mulher que precisou arriscar a vida dormindo sobre um colchão que encobria armas e baldes com balas, é uma emotiva? Que coisa, hem? Até soluços se anunciaram naquele choro motivado por lembranças cândidas de campanha! Lindo, lindo demais! Imagino o livro que algum jornalista já está alinhavando, e que vai gerar um roteiro de filme a ser produzido e dirigido pelo clã Barreto e, mais tarde, um gibizinho, de algum quadrinista bem cooptado embora de traço ruim.

Sim. Chorei muito de rir deste teatro de péssima qualidade proporcionado por esta que alguns petistas, na web, já estão chamando, carinhosamente, de Comandante Rousseff. Não tinha como não rir, inclusive da mesmice dos noticiários de televisão, via seus editores, enfatizando este “lado sensível” da invenção de Lula (Lula, aquele, sabem, que era pobrinho, pobrinho e tem, agora, uma coberturinha num edifício também pobrinho em São Bernardo?) e seu bem pago marqueteiro João Santanna.

Como diz meu querido e verdadeiro amigo de quase quatro décadas não existe terceiro turno, portanto nada que se faça vai mudar o que ocorreu nas urnas, inclusive a incompetência da oposição ter sido a razão maior do ocorrido. O que não impede ninguém de exercer seu direito de tirar um sarrinho, ao menos, dos jogos de cena em andamento. Principalmente porque o choro de Dilma leva a pensar, imediatamente, na expressão lágrima de crocodilo. Nada mais apropriado do que esta imagem: crocodilos, todos sabem, não choram – derramam lágrimas para lubrificar os olhos quando ficam muito tempo em cima da água.

Mas o mais assustador é ver este bicho cascudo, de presas afiadas e que, obviamente, não tem a menor preocupação com quem vai comer, chorando quando abocanha sua presa. E ele o faz porque, ao morder, pressiona seus canais lacrimais que produzem, obviamente, lágrimas. De crocodilo.

As lágrimas de Dilma e seu discurso conciliador para inglês ver se somam a seu manco senso de humor ao citar, de forma “amistosa” os seus Três Porquinhos Antonio Palocci, José Eduardo Dutra e José Eduardo Cardozo. Se eu fosse eles, já ia tratando de fazer um bom bunker de aço para proteção, porque não é o Lobo Mau que vai soprar suas casinhas de palha, madeira ou tijolos para papá-los. Eles são prato de extremo mau gosto. Mas crocodilos, como se sabe, não têm paladar. Só fome.

Por Maristela Bairros

Candidatos ao Ministério
Nov 10th, 2010 by claudio lessa

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Oremos!
Nov 6th, 2010 by claudio lessa

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Um Editorial, Para Variar
Nov 4th, 2010 by claudio lessa

O Blog do Lessa não é muito chegado a essas coisas, mas de vez em quando sente que é preciso delimitar territórios, falando figurativamente, especialmente quando o que está em jogo é a liberdade de expressão.

No meio do calor gerado pela campanha eleitoral, onde houve excessos verbais de ambos os lados, uma internauta paulista, de nome Mayara Petruso (não é possível, a esta altura, comprovar a veracidade do nome da jovem, já que ela teria usado também um perfil de nome “nordestistos”), resolveu fazer piada ao estilo “Justo Veríssimo”, personagem ultra-conservador de Chico Anysio em tempos de comédia politicamente incorreta.

Enquanto Justo Veríssimo queria fazer o metrô dos pobres, que consistiria na abertura de um buraco, a colocação de todos os pobres lá dentro e o fechamento do buraco, Mayara resolveu concentrar suas baterias nos nordestinos, já que — para ela — seria este segmento da população o responsável pela derrota de José Serra em 2010 (uma avaliação mal informada, como se sabe, a partir do exame dos mapas de resultados eleitorais). “Nordestino não é gente! Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado”, recomendava ela como uma “Justa Veríssima” a todos os seus seguidores no twitter e no facebook.

As críticas, ácidas, não pararam por aí. “Dêem direito de voto aos nordestinos e afundem o país de quem trabalhava para sustentar os vagabundos que fazem filho para ganhar o Bolsa 171″, disparou ela.

Engraçado? Dificilmente, especialmente em tempos de correção política. Verdadeiro? Dificilmente, mesmo levando-se em conta a postura ideológica de quem esteja lendo.

No calor da vitória obscurantista da candidata petralha — a quem, diga-se de passagem, deve-se desejar o melhor possível, ainda que isso seja uma esperança um tanto remota quando ela está cercada por uma quadrilha que inclui Dirceu, Palocci, Sarney, Collor e outras figuras carimbadas e de longa folha corrida de nossa pobre República — resolveu-se criar uma celeuma em torno de observações meramente imbecis de uma jovem que se expôs infantilmente. A escumalha da política, do judiciário e da mídia, reunida, resolveu crucificar a moça, apelando para legislações igualmente imbecis e infantis, que não levam em conta os princípios mais elementares da democracia.

Dito isto, é preciso recuar no tempo e recorrer a mestres para saber que princípios são esses. Entre eles, estão os ensinamentos atribuídos a um certo francês de nome François-Marie Arouet, e auto-denominado Voltaire. É de sua época uma das cláusulas pétreas da liberdade de expressão, intimamente ligada à idéia de democracia, que dura até os dias de hoje: “…je déteste ce que vous écrivez, mais je donnerai ma vie pour que vous puissiez continuer à écrire.” Em tradução livre, “eu reprovo o que você diz, mas defendo até a morte o seu direito de dizê-lo.”

Mayara fez uma piada sem graça? Mayara foi infantil? Mayara se revelou uma dondoca preconceituosa? Alguém realmente vai levar a sério a proposta de Mayara de “afogar um nordestino” pelo bem de São Paulo? O prejuízo é todo dela, sem a necessidade de um processo ou de uma pena de prisão. Caso contrário, caminhamos para um mundo cinzento, onde Chico Anysio, após uma gravação de seus esquetes cômicos, iria direto para a cadeia.

O Blog do Lessa não concorda, necessariamente, com o que Mayara publicou no twitter e no facebook — como não concorda com diversas opiniões e conceitos (muitos deles ofensivos e chulos, quase sempre repletos de mediocridade, a marca registrada do petismo) expressados por petralhas de todos os pontos do Brasil. No entanto, o Blog do Lessa defende o direito de cada um se manifestar - seja tentando fazer piada ou espicaçar alguém. A isso se chama liberdade de expressão, requisito inegociável da democracia.

 

No Dia de Finados, Um Túmulo Mal Cuidado
Nov 1st, 2010 by claudio lessa

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A Genialidade de Angeli
Oct 31st, 2010 by claudio lessa

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Dilma Rousseff é eleita Presidente do Brasil.

 

Tristeza!
Oct 31st, 2010 by claudio lessa

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Mais Uma Vez, a Mediocridade Venceu a Esperança
Oct 31st, 2010 by claudio lessa

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É o Brasil Ladeira Abaixo…
Oct 30th, 2010 by claudio lessa

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As Machado de Azevedo
Oct 29th, 2010 by claudio lessa

Por Maristela Bairros

Elas se chamam Maria Luci, Maria Luiza (Lila), Geni, Leoni, Edy (Eda), Doly (Neusa) e Darci. Todas filhas de dona Zeca e seo Alfredo. Luci é minha mãe. Darci já partiu. Todas, bem como os rapazes da família, foram e são lutadoras cheias de personalidade que não dão trégua para a tristeza, o desânimo, a fraqueza moral, ao contrário – quando entram numa briga (e o fazem com freqüência) – não entregam os pontos nem mesmo de cara para o ringue. Portanto, venho de uma família de mulheres briguentas, com tolerância zero em especial para a mentira.

Somos, igualmente, um monte de primas-irmãs, umas mais outras menos próximas, seja por distância física – como em relação às da tia Darci, que moram há anos em Santa Catarina e que nunca vi, ou Márcia, do tio Rubem, que foi pra São Paulo – seja por esta maldade que se chama falta de tempo. E este mulherio, fruto das Machado de Azevedo de primeira geração, da mesma forma, são do tipo que não dão folga nem pro azar nem pra safadeza.

Maria Padilha, Maria José de Azevedo, Salete Terezinha de Oliveira, Helena e Isabel Juchtchchen e Eliete Ely – com estas me criei, tive a alegria de crescer junto com elas e só mesmo os deveres da chamada idade adulta nos tornaram mais afastadas, com encontros quase que só em aniversários, casamentos e ocasiões inevitáveis mas menos alegres. Juntas, vivemos festas familiares inesquecíveis – São João com fogueira na frente de casa, Ano Novo com churrasquinho em fundo de quintal, fins de semana na beira do rio quando o Guaíba era respeitável.

Família unida, que se ajudou e muito nos momentos mais difíceis de uma ou outra, coisa que não faltou para gente trabalhadora de verdade.Tia Geni foi empregada por décadas e ainda é cozinheira de mão cheia, tia Lila bordava lindamente para ajudar na renda da casa, tia Leoni ao longo de anos serviu ao Estado como exemplar funcionária publica, tia Eda costurou uniformes para o exército e, mais tarde, trabalhou como vendedora de uma loja de presentes, tia Neusa passou décadas atendendo em loja de roupas de criança, tia Darci, já velhinha, era diarista, e minha mãe, que começou criança a trabalhar em uma fábrica de palitos de fósforo, costurou, colou e pintou muito calçado ajudando meu pai na nossa sapataria que só fechou porque o velho não segurou os efeitos dos vários AVCs. Trajetórias que me orgulham, as de todas estas mulheres.

A vida, para nenhuma destas mulheres, foi um mar de rosas. A luta, iniciada na meninice, por sobreviver dignamente numa família de 13 filhos, se estendeu para os dias de hoje e, mesmo as que se aposentaram com um dinheiro absurdamente irrisório, permanecem ativas, cuidando da casa, de netos, administrando a rotina sem se permitir deitar na rede.

As mulheres Machado de Azevedo viveram os reflexos do horror da Segunda Guerra Mundial, ultrapassaram revoluções que bateram à porta de sua casa e perdas de afetos mas nunca, nunca dobraram a coluna. Quando a dor apertava, uma corria a ajudar a outra e nesta corrente de solidariedade eu e minhas primas fomos criadas. Costumo dizer que, cada uma de nós, desta geração parida pelas filhas da vó Zeca, demos um passo à frente para que os nossos filhos dêem o deles, bem maior que o nosso, continuando a saga com orgulho de ser quem somos. E temos sido, realmente, bem-aventuradas com os que geramos e que, com a ajuda de nossas mães, educamos.

Sem erguer bandeiras de feminismo barato, estamos na luta de há muito. Estudamos em escolas públicas, optamos por diplomas universitários ou não, maternidade ou não,  escolhemos nossos caminhos com convicção, já que a base foi sólida.

O amor das Machado de Azevedo não é de novela, regado a lágrimas de colírio ou abraços filmados do melhor ângulo. É um amor real, com discussões, discordâncias, brigas até, mas com uma união extraordinária.

Aprendemos a amar com dona Zeca e suas filhas. Dona Zeca, que amava seo Alfredo, que, já bem doente, vinha nos visitar em casa e, para agradar a meu pai, caminhava, penosamente, até a sapataria, levando junto um banquinho em que ia sentando, a cada dez passos, para recuperar o fôlego.

Somos feitas, nós as Machado de Azevedo, de muita fibra. E, ao mesmo tempo, de muita doçura. Esta mistura nos permite enfrentar tempestades sem quebrar. Por isso, não tenho medo de dizer, como venho dizendo e por isso sendo agredida e ameaçada, que não quero Dilma Rousseff me representando nem como mulher nem como ser humano. Por isso não me dobro para quem quer me calar quando digo que Lula é, hoje, muito mais próximo de Hitler em sua manipulação das massas e no auto-fascínio do que um líder de uma nação. Por isso mantenho meu voto em José Serra. Eu faço parte dos 40 milhões que não querem uma terrorista substituindo um nouvel-nazista no comando do meu Brasil. Eu sou vencedora desde que nasci: sou uma Machado de Azevedo na origem. E eu sou milhões.

Não é o Grilo Falante, Mas…
Oct 29th, 2010 by claudio lessa

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